Quarta-feira, 11 de Fevereiro de 2009

 

Lenda de Caíde de Rei

 

Através desta lenda ficaremos a saber como foi atribuido o nome a "Caíde de Rei".

Diz a lenda que ali, na casa da Quintã, pertença de uma família que ainda tem o apelido "dos de Caíde", um belo dia, o Rei ao passear no seu cavalo, não evitou um estúpido tropesso e caíu mesmo do cavalo.

Daí o nome da terra...

 

Alunas do 7.º B do Projecto Património

 

  

Lenda de Cristelos

 

 

Segundo reza a lenda, que em Cristelos há uma enorme riqueza em ouro, aqui deixada por Mouros que na pressa de partir e, decerto na esperança de regresso, meteram tudo em sitios que só eles sabiam. Mas à cautela, protegeram o local com encantamentos, de que eram mestres, que quem fosse à procura desses tesouros, o mais certo era não escapar a um qualquer monstro horrível e bem escondido que ainda hoje protege o tesouro. Alguém já o viu de relance,  antes de fugir a sete pés. É um sino grande, grande e todo em ouro maciço.  

 

Alunas do 7.º B do Projecto Património

 

  

Lenda de Meinedo

 

Nas terras de Meinedo, conta-se que, ao tempo das guerras da moirama, os escorraçados mouros quase não tiveram tempo de levar o que tinham no corpo, quanto mais as imensas riquezas em oiro que possuíam em lugares seguros. Talvez pensassem em voltar. O certo é que não voltaram e é por isso que há sítios cheinhos de riquezas. Como aquele no Monte de Mana já junto a Croca (Penafiel). Pois é... o oiro ainda lá está e por isso aqui o povo diz que de “Mana a Crica, muito oiro me lá fica”!
  

Alunas do 7.º B do Projecto Património



publicado por patrimonion às 08:59
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